Com o aumento do investimento e consolidação da qualidade do áudio digital à partir de algumas poucas marcas comerciais, tais como Steinberg, Protools Digidesign, Cakewalk, Adobe, o mercado fonográfico pouco à pouco começa à perder suas resistências!
Mesmo com as ressalvas dos saudosistas, que insistem que possui características sonoras inferiores ao analógico, o áudio digital sai na frente quando o assunto é edição, variedade em timbres com milhares de plug-ins, disponibilidade de canais, facilidade de backup e transporte entre outros.
E como em toda relação usuário versus digital, rapidamente programadores independentes passaram à pesquisar soluções em áudio com código-fonte aberto, mas que permaneceram durante um par de décadas restrito ao círculo dos aficcionados por áudio e tecnologia.
Esta restrição tinha como origem, entre outros motivos, a dificuldade na utilização e manuseio - quase toda baseada em comando de programação - , a incompatibilidade com muitas das interfaces então no mercado, e, o mais importante, baixa resposta sonora, e isso tudo aliado ao investimento em marketing e publicidade das majors!
Porém, todo o mundo digital e conectado tem passado por grandes transformações, as principais envolvendo uma busca cada vez maior por ações colaborativas e em redes, algo que já existe desde sempre no pensamento dos grupos de programadores, mas que vem sendo cada vez mais otimizado, e virado realmente paradigma e modus operandis de um número muito maior de usuários do mundo digital e internet. Tal mudança no comportamento, tem feito que em várias áreas do conhecimento, projetos coletivos-colaborativos tenham alcançado níveis de excelência ainda não experimentados em outros tempos!
E no mundo do áudio não seria diferente!!! Grupos, redes sociais, fóruns, e outras formas de contato coletivo têm transformado-se cada vez mais em pontos de encontro, de difusão e de REALIZAÇÃO de produtos opensource (código-fonte aberto) de qualidade e com implementações feitas diretamente sobre a necessidade do usuário, e não com prerrogativas meramente mercadológicas!
Mesmo com as ressalvas dos saudosistas, que insistem que possui características sonoras inferiores ao analógico, o áudio digital sai na frente quando o assunto é edição, variedade em timbres com milhares de plug-ins, disponibilidade de canais, facilidade de backup e transporte entre outros.
E como em toda relação usuário versus digital, rapidamente programadores independentes passaram à pesquisar soluções em áudio com código-fonte aberto, mas que permaneceram durante um par de décadas restrito ao círculo dos aficcionados por áudio e tecnologia.
Esta restrição tinha como origem, entre outros motivos, a dificuldade na utilização e manuseio - quase toda baseada em comando de programação - , a incompatibilidade com muitas das interfaces então no mercado, e, o mais importante, baixa resposta sonora, e isso tudo aliado ao investimento em marketing e publicidade das majors!
Porém, todo o mundo digital e conectado tem passado por grandes transformações, as principais envolvendo uma busca cada vez maior por ações colaborativas e em redes, algo que já existe desde sempre no pensamento dos grupos de programadores, mas que vem sendo cada vez mais otimizado, e virado realmente paradigma e modus operandis de um número muito maior de usuários do mundo digital e internet. Tal mudança no comportamento, tem feito que em várias áreas do conhecimento, projetos coletivos-colaborativos tenham alcançado níveis de excelência ainda não experimentados em outros tempos!
E no mundo do áudio não seria diferente!!! Grupos, redes sociais, fóruns, e outras formas de contato coletivo têm transformado-se cada vez mais em pontos de encontro, de difusão e de REALIZAÇÃO de produtos opensource (código-fonte aberto) de qualidade e com implementações feitas diretamente sobre a necessidade do usuário, e não com prerrogativas meramente mercadológicas!
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